O Livro de Josué | Parte 1: Terra e Identidade do Povo de Deus

Por Hermes Fernandes

No presente ano de 2022, a CNBB nos sugere a inspiração do Livro de Josué para o mês da Bíblia. Mais que uma reflexão para o mês de setembro, é importante que este texto bíblico nos acompanhe durante todo o ano. Pensando nisso, gostaríamos de conduzir este caminhar pelo universo do Primeiro Testamento, bebendo das fontes do sexto livro do cânon Bíblico, o Livro de Josué.

Primeiras Impressões

O nome Josué significa “Deus salva” e tem a mesma etimologia da palavra Jesus. O livro traz o nome de Josué por ser o personagem central. Ele é auxiliar (Js 1,1) e sucessor de Moisés na conquista da Terra Prometida. É o sexto livro em ordem das Bíblias. A data da redação do livro de Josué vai da atuação do rei Josias (640-609 a.E.C.) até por volta e 400 a.E.C., quando foram inseridos alguns acréscimos e o livro ficou pronto como o conhecemos.

Sua composição data do período entre destruição de Jerusalém e dos momentos imediatos após cativeiro babilônico, isto é, depois de 550 a.E.C. Sua redação traz fortes traços de saudade da inter-relação de Javé com seu povo e esperança de resgatar estes laços. Reflexos dos sentimentos de abandono e ausência de Deus, sentidos no tempo do exílio babilônico. Este sentimento de abandono foi tão forte que o Segundo Isaías compôs os Cânticos do Servo Sofredor para mudar essa visão de abandono de Javé e incutir no povo esperança e dar sentido ao sofrimento (cf. Is 42,1-4; 49,1-6;50,4-9; 52,13-15; 53,1-12). Desta pedagogia de resgate da identidade e de esperança ao Povo de Deus, nasce o livro de Josué. Aqui cabe sanar qualquer possível dúvida sobre a cronologia. Há uma forte inter-relação entre o Deuteronômio e o Livro de Josué. O livro de Deuteronômio pode corresponder ao Livro da Lei que sustentou a reforma de Josias. Antes do exílio na Babilônia (+ ou – 620 a.E.C). Com a destruição do Reino do Norte e o desaparecimento de suas tribos (722 a.E.C), as tradições dos santuários do Norte (Betel, Siquém) foram conservadas no Sul (Judá), uma vez que a reforma religiosa de Josias as incorporou, em parte, no santuário de Jerusalém. Aqui nasce o uso do termo “Todo Israel”, presente muitas vezes no Deuteronômio.

Com a queda do Reino do Norte, o Reino do Sul intuiu que esta desventura era resultante do afastamento do Povo de Deus da vontade de Javé. Por isso, Josias tenta resgatar esse sentimento de pertença (cf. 2Rs 22-23). O livro do Deuteronômio é fruto deste sentimento. Volta à fidelidade! Vejamos a queda do Reino do Norte:

Em torno de 745 a.E.C. Teglat-Falasar III chega ao trono assírio e, com ele, se desenvolvem técnicas novas de guerra e invasão. Em pouco tempo, seu reino será estabelecido por toda a palestina, chegando a ameaçar o Egito. E essa ameaça não é infundada. A ferocidade e a intensidade dos ataques assírios são narradas em Isaías 5,27–30 e nos dão uma dimensão de seu poderio:

No meio deles não há ninguém cansado ou estropiado,

ninguém com sono, ninguém a cochilar;

não se soltará o cinto de seus rins,

nem se arrebentará a correia das sandálias.

Suas flechas, sempre afiadas; e todos os arcos, tesos.

Os cascos de seus cavalos parecem de pedra

e as rodas de seus carros lembram o furacão.

Seu rugido é como o do leão:

ruge como filhote de leão e brama,

agarra a presa e a leva embora,

e não há quem a possa recuperar.

Bramarão contra ele naquele dia, como o bramido do mar,

e quem olhar para a terra verá somente escuridão e angústia:

a luz ficará ofuscada pela escuridão.

A força e determinação dos Assírios resulta em medo dos reinos menores, que se rendem e se tornam estados vassalos, cedendo territórios e pagando altos tributos. Ao menor sinal de rebelião no reino dominado, o reino assírio intervinha, aniquilava tudo e colocava seus próprios funcionários no poder da região. Uma novidade no tipo de dominação assírio é a deportação sistemática de toda a classe dirigente da nação dominada. Não se trata apenas de uma simples deportação. O governo Assírio é pautado pelo medo, promovendo mortes, limpeza étnica e imposição cultural e religiosa.

Com Israel e Damasco dominadas, Teglat-Falasar III coloca no trono de Israel Oseias, filho de Elá (732–724 a.E.C.). Um rei vassalo das vontades assírias. Cansado dos desmandos assírios, Oseias tenta uma rebelião, contando com apoio egípcio, mas fracassa retumbantemente e é contido por Salmanazar V, sucessor de Teglat-Falasar III. Com Israel em constante estado de rebelião, o sucessor de Salmanazar V resolve a questão de vez. Sitia Samaria por dois anos e, em 722 a.E.C., invade e arrasa com tudo, deportando a população.

Em 722 a.E.C. o Reino do Norte chega ao fim. Agora, ele é uma província da Assíria chamada Samaria, com novos habitantes no poder, não israelitas, que trazem seus costumes e religiões. Está aqui a semente da divisão entre judeus e samaritanos, relatada pelos evangelistas nos tempos de Jesus. Contudo, mesmo com forte influência assíria, o culto a Javé é mantido em Samaria. Se houve convivência e influência assíria no culto em Samaria, não foi diferente em Judá, onde Acaz, vassalo da Assíria, permite o culto a deuses assírios no templo de Jerusalém. A atitude estratégica de Acaz permite que Ezequias, seu filho, tenha um reinado mais forte, e por isso. Para tanto, recorreram à infidelidade. Ezequias foi sucedido por Manassés (697-642 a.E.C) que , por sua vez, foi sucedido por Amom (642-640 a. E.C). Uma sucessão de reinados infiéis à vontade de Deus, até Josias.

Embora pode-se dizer que as reformas promovidas pelo rei Josias tiveram suas raízes fixadas quando ele pessoalmente abandonou a idolatria e o politeísmo que dominavam a religião corrupta de Judá naquela época (2Cr 34,3), tais reformas começaram a impactar a nação quatro anos depois, e alcançou seu clímax quando o livro da Lei foi encontrado (2Rs 22,8; 2Cr 34,14-15).

O rei havia interrompido a adoração aos falsos deuses em Judá, destruindo altares que serviam ao paganismo. Ele também providenciou que o Templo recebesse os reparos necessários, e foi durante essa época, que o sumo sacerdote Helcias encontrou o livro da Lei no Templo.

Os estudiosos debatem sobre o que teria sido exatamente o “livro da Lei”. A melhor hipótese é que ele tenha sido o livro de Deuteronômio, ou pelo menos, uma obra que continha esse livro como parte fundamental.

Seja como for, sabemos que esse livro foi muito importante na sequência das reformas de Josias. Quando o livro foi encontrado e Josias teve ciência de seu conteúdo, ele entendeu que o povo havia estado em terrível rebeldia contra Javé, e por isso, seria alvo do juízo divino. Então, rapidamente, pediu que o Senhor fosse consultado, ou seja, ele queria ouvir um parecer profético, e na ocasião, a profetisa Hulda foi procurada.

A mensagem de Deus através de Hulda esclarecia que o povo realmente seria castigado devido ao pecado, porém, tal castigo seria adiado para após os dias de Josias, visto seu arrependimento sincero e zelo para com o culto a Javé. Tal castigo poderia se assemelhar aos fatos acontecidos com o Reino do Norte que apresentamos acima.

Assim, houve em Judá a renovação da aliança, a centralização da adoração em Jerusalém, e a purificação da nação com a eliminação de toda forma de adoração pagã (2Rs 23,19-20; 2Cr 34,67). O rei Josias também organizou a maior celebração da Páscoa desde o tempo dos juízes (2Cr 35,18).

Não obstante tantos esforços, o profeta Jeremias deixou claro que tais reformas foram apenas superficiais e temporárias (Jr 2-6; Jr 11), ou seja, não houve no povo um arrependimento genuíno e duradouro. Inclusive, o povo voltaria rapidamente à idolatria após a sua morte. Após a morte de Josias, Jerusalém é sitiada. Em 597 a.E.C., o rei babilônio Nabucodonosor II invadiu Jerusalém, deportou parte da população e colocou no trono Sedecias. Oito anos depois, Sedecias voltou-se ao seu povo. Mesmo sendo considerado vassalo babilônico, se rebela contra a opressão. O que resulta em uma segunda invasão, em 588 a.E.C., garantindo o controle da capital de Judá, Jerusalém. Mortes, incêndios, destruição. Cenário aterrorizante em que viveu o povo de Deus. Este período de dominação da babilônia sobre Judá dura em torno de setenta anos, (604-562 a.E.C). É encerrado apenas quando o reino babilônico foi dominado pela Pérsia, nos anos iniciais do reinado do monarca Ciro II (559-530 a.E.C.).

É nesse período, no desejo de resgatar a autoestima de um povo que, além de expatriado, teve sua religião e cultura suprimida, negando-lhe o direito à identidade, que foi composto o Livro de Josué.

Sua redação foi conduzida por escribas da escola deuteronomista, ligados à população de Judá. O biblista Alonso Schökel afirma que pode ser identificado a existência de, pelo menos, dois autores. Muitos estudiosos, porém, preferem afirmar que o texto é resultado de uma “escola deuteronomista”. A questão da autoria é indefinida, abrindo oportunidade para vários postulados.

A motivação da composição deste livro se fundamentava na esperança de conversão das lideranças do povo e, assim como, da casa real por um novo tempo de justiça e fidelidade à Aliança. Com sua simetria, traz em si características como solenidade no estilo literário, certa pedagogia didática e repetição, como que para fixar nas mentes aquilo que os autores julgaram ser de suma importância à mensagem. Estas também são características do livro de Deuteronômio, o qual, é continuação. Sim, para compreender o Livro de Josué, é preciso que tenhamos como base que este é a continuação, pelo menos ao nível de intenção, do Deuteronômio. Comungando do mesmo método e motivações.

Tema, Conteúdo

O tema central da narrativa é a conquista e a partilha da terra. Tem Josué como figura central do relato que, como sucessor de Moisés, conduz o Povo de Deus como líder e intérprete da vontade de Javé. Moisés fora o mediador da Aliança, que apresentava a Lei (Torá) e prometia a terra como processo conclusivo da libertação. Redigido no contexto de cativeiro babilônico, o Livro de Josué confirma a presença libertadora de Javé na história de seu povo, resgatando a memória da intervenção dele no cativeiro egípcio, onde libertou e ressignificou a vida do povo hebreu. Com Josué, temos o início da tomada de posse da terra, realizando-se a promessa.

No contexto de entrada na terra prometida, estão inseridos as tradições de conquista da terra, realizada setecentos anos antes da composição do livro (+ ou – 1200 a.E.C). Os relatos, muitos episódios presentes no Livro de Josué, são formulados de modo a servir de inspiração para a renovação do povo depois do exílio babilônico (anos 500 a.E.C). Na descrição da despedida de Josué, temos o legado da renovação da Aliança, conforme podemos verificar nos capítulos 23 e 24 do texto sagrado. Iremos aprofundar mais a frente essa questão.

O que podemos destacar

Ao povo que vive no Século V a.E.C., parte no exílio babilônico, parte na arruinada terra de Judá; este livro recorda a responsabilidade pela “herança” recebida de Deus. Nesta narrativa, podemos elencar algumas particularidades, a saber:

  1. O tema principal é a posse da terra: Para o povo que vive no exílio, é uma exortação para voltar à sua terra. No tempo do Êxodo do Egito, Javé havia prometido essa terra, e os hebreus foram impelidos a não se acovardarem, mas avançarem corajosamente para dela tomar posse. Javé cumpre sua promessa (Js 21, 43.45). Se o povo perde mais tarde essa terra, foi por infidelidade ao Senhor, conforme verificamos acima as quedas dos Reinos do Norte e do Sul.
  2. A terra prometida ao Povo de Deus era boa: Podemos ver isso no relato dos espiões (Js 2). Israel perde a terra por sua infidelidade, conforme já vimos acima. Por isso, deve resgatar em si a Aliança com Javé. Retomando uma relação de fidelidade com o Senhor, que os libertou dos laços da escravidão do Egito, e com sua Lei (Js 24).
  3. A guerra santa e o interdito: Ao leitor desavisado, pode gerar certa estranheza uma História Sagrada, ou – pelo menos – história sobre coisas sagradas, cheia de mortes sangrentas, assassínios, execuções, guerras, interditos, anátemas. O Livro de Josué é permeado pela ideia de guerra santa. O próprio Deus é o comandante-chefe das tropas de Israel (cf. Js 5,13-15). A ele pertence os despojos, de onde surge a prática do interdito (hérem=anátema), o que consiste em “reservar para Deus”: povos, cidades e objetos conquistados, interditados ao uso profano. Os objetos são destinados ao tesouro do Senhor e as cidades e pessoas são exterminadas. Claro que depois de Jesus de Nazaré tais conceitos não mais se sustentam. Certamente, aqui está mais presente a personalidade humana dos personagens da história e seus autores, do que do próprio Deus. Um povo que fora expatriado, vivendo em processo de diáspora, sendo-lhe negados os direitos à cultura, religião e identidade; possivelmente terá seu coração endurecido pelo desejo de vingança. Mesmo que esta se manifeste na sua versão da história a ser contada. O Povo que fora esfolado vivo em sua existência e dignidade, é visto como grande terror aos seus inimigos quando conta sua própria história. A arrogância, a violência e a impiedade do povo de Deus nos relatos da conquista da terra que Javé lhe deu por herança, é reflexo de um coração partido. Reflexos das feridas de um povo humilhado, como nos reflete os Cânticos do Servo Sofredor, do Segundo Isaías, já mencionados acima (Is 42,1-4; 49,1-6;50,4-9; 52,13-15; 53,1-12).
  4. Percebemos na didática do livro certa repetição e monotonia nas listas de pessoas e fronteiras da terra. As monótonas listas servem para expressar a grandeza de um povo e sua terra que lhe fora dada por Javé. Mais uma vez, consequência do sentimento de inferioridade ao inverso. Fala-se de um grande povo que, em verdade, fora reduzido a pequenos grupos restantes após o exílio, tempo em que o livro foi concluído. Novamente, temos o jeito de expressar de um povo de coração partido. As listas de povos e lugares são a “memória nacional”. Memória que deverá ser restaurada pelo povo renovado, justo e fiel.

Possíveis conclusões sobre o Livro de Josué

Podemos concluir que Deus dá a terra ao povo para que todos vivam na fraternidade e na paz, observando suas orientações e encontrando bem-estar de uma sociedade onde a paz e a felicidade são para todos. Em forma de revisão conclusiva, podemos pontuar por partes:

Primeira parte (1-12): O livro de Josué começa logo após a morte de Moisés, ainda nas terras de Moab, quando Javé fala a Josué que dê continuidade à obra iniciada por Moisés. O povo é convidado a ser forte e corajoso para cumprir a lei (Js 1,7) e assim obter a posse da terra, a desobediência pode frustrar as promessas divinas. Vivendo no exílio babilônico, o povo vê a situação em que se encontra como castigo por não ter cumprido as ordens de Javé. Mas tem consciência também de que pode confiar nele, pois o ajudará a reconquistar a terra como da primeira vez quando foi libertado do Egito.

Esta primeira parte trata dos preparativos para a posse da terra, a travessia do Jordão, com a presença da Arca da Aliança, sinal da presença de Deus. O primeiro gesto do povo que tomou posse da terra foi celebrar a Páscoa, festa que lembra o êxodo, a conquista da terra e da liberdade. A maior parte desses capítulos praticamente se resumem no reconhecimento dos territórios e das várias conquistas

Segunda parte (13-21): Não mais trata das guerras de conquistas, mas trata da divisão igualitária da terra entre as doze tribos. A tribo de Levi, conhecida também como “tribo sacerdotal”, não recebeu seu lote de terra, pois ela era encarregada do culto e sacrifícios no templo. As antigas promessas de Deus aos antepassados tornam-se realidade concreta. As cidades de refúgios (Js 20) eram como que “cidades de asilo” para proteger quem tivesse matado alguém acidentalmente. Na sociedade semita antiga, o parente mais próximo da vítima podia vingar a morte. Por isso, havia a necessidade de proteger a pessoa que matasse involuntariamente. O objetivo dessas cidades era proteger o assassino do vingador de sangue (Dt 19,1-13). Esta narrativa parece despropositada, porém, podemos inferir dela que o Livro de Josué trata de um povo que, mesmo em meio às guerras violentas, primava pela fraternidade, assegurando a justiça e a paz. Concomitante a esta narrativa das cidades asilo, está a afirmação contínua que a terra foi dividida de forma justa a todos, segundo suas necessidades.

Terceira parte (22-24): Após o retorno de algumas tribos além do Jordão e a superação de um conflito entre as tribos, estes capítulos trazem dois discursos de Josué, que apresenta sua despedida, fazendo como que uma releitura da história dos antepassados, desde o tempo dos patriarcas até a conquista da terra. Por fim, convoca uma celebração de unidade com a Aliança em Siquém, fazendo um apelo às tribos a se manterem fiéis a Javé, o Deus de Israel.

O autor deuteronomista conclui, dizendo ao povo exilado na Babilônia que, se permanecer fiel a Javé, terá a terra de volta, ou seja, voltarão para sua terra. Insiste que o povo precisa ser forte e corajoso para cumprir a Lei que Moisés lhe ordenou. Na aliança, o povo todo se compromete com o Deus libertador, proclamando: “É a Javé que nós serviremos. É sua voz que nós ouviremos” (Js 24,24). Josué coloca uma pedra como testemunho daquilo que o povo acabou de se comprometer.

Entre verdades históricas e exageros de uma psique machucada pela opressão, certo é que o Livro de Josué conta a história de um Deus que esteve ao lado de seu povo. Encorajando-o em seus desafios e sendo presença viva e vivificante, ressignificando sua identidade. A terra e a preservação da identidade são pontos centrais e significantes no recontar desta história. História de Deus e seu povo. Javé: Deus dos pobres, Deus libertador.

Referências Bibliográficas

BÍBLIA TRADUÇÃO ECUMÊNICA 3a. ed, São Paulo: Loyola, 2020.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. 13a. reimpressão. São Paulo: Paulus, 2019.

BÍBLIA DO PEREGRINO. 3a. ed. São Paulo: Paulus, 2017.

BÍBLIA EDIÇÃO PASTORAL. São Paulo: Paulus, 2015.

CENTRO BÍBLICO VERBO. Terra de Deus, Terra de Irmãos?Entendendo o Livro de Josué. São Paulo: Editora Paulus, 2022

GASS, Ildo Bohn. Uma Introdução à Bíblia – Vol 4. São Paulo: Editora Paulus / Coedição CEBi, 2019.

MACKENZIE, John L. Dicionário bíblico. Tradução de Álvaro Cunha. São Paulo: Paulus, 2005. [Original, 1978].

MAZZINGHI, Luca. História de Israel: das origens ao período romano. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2017

SCHÖEL, Alonso. Introdução ao Livro de Josué. In: Bíblia do Peregrino. São Paulo: Editora Paulus, 2017, p. 309-317.

STORNIOLLO, Ivo. Como Ler o Livro de Josué: terra = vida, dom de Deus e conquista do povo. São Paulo: Editora Paulus, 1997.

VOCABULÁRIO DE TEOLOGIA BÍBLICA. Tradução de Frei Simão Voigt. Petrópolis: Vozes, 2002. [Original, 1970].

5 comentários em “O Livro de Josué | Parte 1: Terra e Identidade do Povo de Deus

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  1. Pe. Hermes,
    Ótima reflexão! Poderia usar em nossas comunidades na formação para o mês da Bíblia deste ano? Enviarei e-mail formalizando o pedido.
    Agradecido!

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  2. Mais que um texto sobre o Livro de Josué, este artigo é uma aula sobre o Antigo Testamento, sobre os Reinos do Norte e do Sul e suas quedas.
    Obrigado!
    Dom Basílio, OSb

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