Êxodo: a Opressão, o Chamado de Moisés, as Pragas, a Páscoa

“Yahweh disse: ‘Eu vi, eu vi a miséria do meu povo que está no
Egito. Ouvi seu grito por causa dos seus opressores; pois eu
conheço as suas angústias. Por isso desci a fim de libertá-lo da
mão dos egípcios, e para fazê-lo subir desta terra para uma
terra boa e vasta, terra que mana leite e mel’”
(Ex 3,7-8b).

Por Hermes de Abreu Fernandes

Como dissemos em um estudo anterior (veja o estudo aqui: https://ocaminheirodoreino.com), na tradição hebraica, o Livro do Êxodo recebeu o nome de שְׁמוֹת, ou Shəmōṯ; que quer dizer “nomes”. Em grego, ἔξοδος, éxodos; que quer dizer “saída”. Uma referência à saída do povo de Israel do Egito, que constitui o início da história de Israel, como Povo da Aliança (cf. KIBUUKA: 2020, p. 341).

Há clara relação entre Gênesis e Êxodo. Como que uma continuação. O próprio livro se inicia fazendo memória dos últimos fatos e personagens do livro anterior, o Gênesis. Fala do início da escravidão no Egito e de como Yahweh tomou para si a dor deste povo e veio em seu socorro.

Bem sabemos da história do Êxodo. Vamos nos atentar agora à uma análise exegética e teológica deste livro. Continuemos nossa aventura pelo Pentateuco! Desta feita, o Livro do Êxodo.

Compreendendo a História, os Povos, o Contexto

Não podemos ignorar que diversos grupos, de fora e de dentro de Canaã, formaram o povo de Israel. Os grupos do êxodo, liderados por Moisés, Miriam e Aarão (Ex 1,8-22; Ex 5,1-21), foram os que tiveram suas histórias mais contadas. Yahweh, a divindade assumida pelos grupos do êxodo ganhou destaque no contexto bíblico. A história do grupo de Miriam e Moisés é catalisadora dos sonhos de libertação de ontem e de hoje.

A experiência do Êxodo acontece na diversidade, na pluralidade. O sagrado recebe múltiplos nomes, pelos diferentes grupos, culturas e crenças que construíram a fé de Israel.

No entanto, o que queremos ressaltar é que a experiência do êxodo, da saída do Egito, foi fundante para a luta e para a superação da crise, principalmente quando a identidade nacional ficou ameaçada no exílio babilônico. Essa experiência foi escrita, lida, relida e reinterpretada, sempre com objetivo de iluminar e de dar forças para enfrentar e superar os desafios.

Podemos perceber que os quinze primeiros capítulos do livro do Êxodo são o centro da obra. De Ex 1,1–2,22 e 5,6-20, temos narrativas da opressão no Egito e a luta pela vida, a resistência e fuga; de Ex 2,23–5,5 e 6,1-13, as etapas do caminho no que se refere aos desafios; de Ex 6,28–11,10 e 12,29-36, as etapas do caminho relatando as chamadas pragas; de Ex 12,1-28 e 12,37–13,16, as etapas do caminho, uma festa de partida (Páscoa); de Ex 13,17–15,21, as etapas do caminho com o canto da vitória feito por Miriam; e a partir de Ex 15,22, as lições do deserto.

O sistema egípcio era tributário: a base principal da economia era o tributo, cobrado pelo Estado junto à população de duas maneiras: por meio de repasse de parte da produção e através da corveia (trabalho forçado e gratuito). Pelo “direito” de uso da terra, concedida por “bondade” do faraó, cultuado como divino, os grupos produtores forneciam parte da produção agrícola e pastoril. E era obrigação das comunidades prestar serviço ao Estado na construção de armazéns e canais de irrigação, templos, palácios e pirâmides. Cabia à coordenação das obras, a organização do comércio, a formação do exército e o controle da cultura e da religião.

O poder era centralizado no rei (faraó), considerado filho da divindade. Isso conferia ao rei a legitimidade religiosa para seus mandos e desmandos, incluindo a exploração da força de trabalho. O termo faraó significa “casa grande”, o que corresponde a dizer, do ponto de vista religioso e ideológico, que todo o Egito era o próprio rei.

Esse sistema se reproduzia nos territórios dominados, normalmente controlados por pequenas cidades-estados, cujos reis locais estavam submetidos ao faraó, o grande rei do Egito. Nessa época, Canaã fazia parte do Império Egípcio e provavelmente vários grupos de cananeus migraram para o Egito em função das grandes secas. Você se lembra da novela de José do Egito (Gn 37-50), narrativa que serve como preparação às narrativas do êxodo.

A Estrutura do Livro do Êxodo

Sobre a formação do livro do Êxodo, podemos supor várias etapas. A primeira diria respeito à saída do Egito (+/- 1.250 a.C.), falaria da fuga dos hebreus e hebreias, da liderança de Miriam, Moisés e Aarão, de toda a caminhada e suas dificuldades, do êxodo como sinal de libertação. Ser povo é ser liberto.

Uma segunda etapa seria a luta pela terra (+/- 1.200-1.000 a.C.), a chegada na “terra prometida”, a insatisfação com o modelo das cidades-estados. Esse modelo consistia no governo de um rei sobre uma cidade independente, cercada por muralhas, dentro da qual ficava o palácio, o templo, a elite, o comércio, sendo que ao redor da cidade permaneciam os/as camponeses/as com suas casas e plantações, submetidos a tributos exorbitantes o que lhes garantia alguma proteção por parte do exército do rei. Foi a esses grupos que os hebreus e as hebreias vindos do Egito se juntaram para formar uma nova organização (cf. Ex 18,13-27).

A terceira etapa seria a constituição de uma identidade nacional (+/- 1.000-586 a.C.), com a instituição da monarquia e o fim das tribos, o nascimento dos reinos de Israel e Judá. Como a corte de Jerusalém reescreve a história do êxodo, a imagem de Deus que começa a se difundir é a de um Deus guerreiro, que vence os deuses egípcios e manda dominar os outros povos. O que antes era luta por libertação passa a ser relido como guerra entre nações.

A quarta etapa seria o período de esperança no exílio (+/- 597-538 a.C.), época de crise, de dominação Babilônica, contexto no qual o êxodo se torna memória de libertação: assim como Yahweh tirou o povo do Egito, ele também o tirará da Babilônia.

E a quinta etapa, da redação final (+/- 400 a.C.), é da época da dominação Persa, período da reconstrução do Templo de Jerusalém e da organização do culto, quando se destaca a figura de Esdras, com enfoque na Lei. Por isso, o livro do Êxodo consta no bloco do Pentateuco (5 livros da Lei) ou da Torá (Lei).

Algumas coleções ou códigos de leis na Torá podem ser relacionados:

– Decálogo cúltico (Ex 34 – séc. IX a.C.);

– Decálogo ético (Ex 20 e Dt 5

– séc. VIII/ VII a.C.);

– Código da Aliança (Ex 20,22 – 23,19 – séc. VIII a.C.);

– Código Deuteronômico (Dt 12 – 26 – séc. VII a.C.);

– Código da Pureza (Lv 11 – 15 – séc. VI a.C.);

– Código da Santidade (Lv 17 – 26 – séc. VI a.C.).

Êxodo 1,1–2,22: Opressão e morte

“[…] Eis que o povo dos israelitas tornou-se mais numeroso e mais poderoso do que nós. Vinde, tomemos sábias medidas para impedir que ele cresça” (Ex 1,8-10b).

Em Ex 1,1–2,22, temos o relato de opressão que os hebreus e as hebreias vivenciaram, e do projeto de morte tramado pelo rei do Egito contra a ameaça que estes/as representavam. O rápido crescimento desse grupo seria uma ameaça em caso de guerra, pois poderia se aliar ao inimigo e combater contra o Egito para se libertar da dominação. Diante disso o Faraó traçou seu projeto de morte. Leia Ex 1,8-14 e veja quem eram os hebreus (trabalhadores forçados).

O projeto do Faraó consistiu em aumentar a opressão com duros e penosos trabalhos. Entretanto, afirma o texto, o povo resistia à opressão, “crescia e se multiplicava” (Ex 1,12). Vem então a segunda medida do faraó: ordena às parteiras que quando fizessem o parto nas hebreias matassem o bebê se fosse menino. Em ato de desobediência civil, as parteiras deixam os meninos vivos (cf. Ex 2,1-10). Memória de mulheres, preservada de geração em geração, que é contada com certo grau de ironia: em nenhum momento é mencionado o nome do faraó, mas o nome das parteiras entra para a história (Sefra e Fua – em hebraico, Sifrá e Puá – significam, possivelmente, “beleza” e “mocidade”). Além disso, aquele que se considerava o maior de todos, o filho do divino, é enganado por duas pobres mulheres. E é nesse contexto que nasce Moisés.

Outras mulheres vão se juntando à luta das parteiras: a mãe de Moisés, sua irmã (Miriam), até mesmo a filha do Faraó e suas companheiras. A vida vale mais que qualquer abuso de poder ou ordem injusta. A etimologia popular do nome de Moisés (hebraico: Moshê) se dá a partir do verbo mashá: “tirar”. No entanto, a filha do Faraó é quem escolhe o nome (v.10). Ela era egípcia e não falava hebraico. De fato, esse nome é egípcio. É conhecido na forma abreviada, Mosés, ou na forma completa (exemplos: Thutmosés: “o deus Tot nasceu”; Ramsés: “o deus Rá nasceu”, “nasceu o filho de Rá”). Mais uma vez temos o elemento de ironia. A narrativa apresenta o menino com um nome hebraico que quer dizer “tirar”: “Eu o tirei das águas” Moisés foi tirado das águas e isto supôs a sua salvação. E nisso está prefigurada a sua missão: ele mesmo tirará o povo do Egito e o tirará também das águas do Mar Vermelho para a sua salvação.

A história continua narrando que Moisés já crescido mata um egípcio que impunha duras tarefas sobre os hebreus. Comparemos a estratégia das mulheres e a atitude de Moisés. Elas agem em equipe, de forma planejada e não violenta. Ele, de forma individual, por impulso, com violência. Elas salvaram vidas. Ele provocou mais uma morte e teve que fugir.

Moisés se refugia em Madiã, onde conhece um sacerdote e se casa com uma de suas filhas, Séfora, tendo com ela um filho, ao qual deu o nome de Gersam (ger, em hebraico, significa “migrante”, “estrangeiro residente”). Aqui é importante retomar o que já foi estudado na história da formação de Israel: os madianitas (ou midianitas) foram pastores e pastoras que se juntaram a outros grupos na formação do Israel tribal. Os grupos de Madiã possuíam uma experiência diferente de exercício de poder, como podemos ler em Ex 18,13-27. Originalmente independentes, é possível que cada um desses grupos fez seu êxodo para a terra de Canaã e lá se encontraram. As narrativas bíblicas são uma forma de unir posteriormente as duas experiências (GASS, 2005).

Êxodo 2,23–13,16: Libertação e projeto de vida

“[…] tira a sandália dos pés porque o lugar em que estás é uma terra santa” (Ex 3,5).

“[…] Tomar-vos-ei por meu povo, e serei o vosso Deus” (Ex 5,7).

No bloco de Ex 2,23–13,16 temos a narrativa da libertação, na qual o projeto de vida se sobrepõe. Narra-se o chamado que Yahweh faz por meio de Moisés e Mirian para libertar o povo hebreu da escravidão no Egito, o papel de Aarão, a revelação do nome Yahweh (YHWH), as pragas no Egito (água em sangue; rãs; mosquitos; peste nos animais; úlceras; chuva de pedras; gafanhotos; morte dos primogênitos) e quanto o coração do Faraó continuava endurecido. Também se relata a celebração da Páscoa, a libertação.

Ex 3,1–4,17

Podemos dividir a narrativa em quatro partes: a visão (Ex 3,1-10); a missão (Ex 3,11- 22); a dificuldade em crer (Ex 4,1-9); o problema do falar (Ex 4,10-17). Evidentemente, o episódio da sarça ardente (a visão) é central. É também um dos textos mais importantes do Primeiro Testamento.

Não há necessidade de buscarmos explicações para o arbusto que queima e não se consome, não chegaremos a lugar nenhum. Devemos reconhecer no texto a experiência mística de um povo para quem seu líder tinha que conviver com uma chama que queimava sempre: Moisés havia abandonado seus irmãos no Egito. Esse fogo está também em sua consciência, em seu coração, instigados pelo próprio Deus (“anjo de Deus” é a própria manifestação divina). As palavras são atribuídas diretamente a Deus (v.4).

No v.6, Yahweh se identifica como o Deus dos pais. O Deus bíblico está ligado não tanto a lugares, como a pessoas: Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó; Deus de Israel… Quando estudamos os textos principais do Gênesis onde se revela “o Deus do pai”, vemos que Deus se revela à própria pessoa: em Gn 26,24 lemos: “sou o Deus de Abraão, teu pai, não temas, pois estou contigo”; em Gn 28,13.15: “eu sou Javé, o Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaac… eu estou contigo”. No entanto, em Ex 3, Deus não diz imediatamente a Moisés “eu estarei contigo” (cf. 3,12; 4,12.15), mas lhe fala do seu povo (cf. 3,6-7). Neste caso, Deus não se preocupa apenas com a sorte de Moisés enquanto indivíduo, ou como chefe de tribo. Partilha com ele a preocupação pelo povo todo. Moisés se torna intermediário do plano de Deus. No lugar da promessa (como nos patriarcas), encontramos um mandato. Moisés já não está sozinho diante de Deus, o diálogo inclui uma terceira figura: Israel. Assim, 5 Moisés está mais perto da figura dos profetas. De fato, ele será o primeiro profeta da história de Israel.

Entre os versos 7-10, os verbos demonstram a opção divina por quem está sofrendo:

Eu vi, Eu vi a miséria…

Ouvi o clamor… – Conheço suas angústias

– por isso desci para Libertar e fazer subir

A “descida de Deus” (V.8) tem uma causa concreta: a opressão e os gemidos do povo (v.7). “Por isso” ele desce, não é um Deus indiferente ao sofrimento humano e à opressão. No v.10 encontramos de novo “Por isso vá. Eu envio você…”. Moisés é chamado e enviado por duas razões: porque o povo está oprimido e porque Deus decide intervir para salvá-lo. Portanto, Moisés não é senão um instrumento de salvação nas mãos de Deus.

Deus desce para fazer o povo subir. Em sua apresentação, Deus tinha indicado a Moisés que devia solidarizar-se com os oprimidos, pois ali Deus estava, e agora apresenta a Moisés a meta última. Não será suficiente buscar reformas ou reivindicações para que a opressão no Egito se suavize e se torne suportável. A meta divina, e, portanto, a meta de Moisés, é nova terra, terra que mana leite e mel. Não basta o primeiro passo: libertá-lo da mão dos egípcios. É necessário fazer subir!

Moisés recebe a revelação do Deus Yahweh, que não se liga a um lugar ou a forças da natureza, mas ao povo na conquista da vida e da liberdade. É um Deus que vê a opressão de seu povo, que ouve os gritos de aflição diante do opressor, que toma conhecimento de seus sofrimentos, que desce para libertar, fazendo sair para uma terra boa e espaçosa, onde corre leite e mel, um Deus que envia Moisés para libertar o povo, e está junto (Ex 3,12) (GASS, 2005).

Em Ex 3,14 Deus se revela como Aquele que quer libertar o oprimido, como “Eu Sou Aquele que Sou”, que se liga ao processo de libertação e passa a ser identificado como Yahweh (Ex 3,15). Tanto que a palavra Yahweh significa “Eu Sou Aquele que Sou”, o que remete a presença.

As Pragas

As pragas do Egito expressam uma “queda-de-braço” entre o “Deus dos hebreus” e as divindades do faraó, tendo de um lado Aarão e Moisés e de outro os magos ou feiticeiros da corte faraônica (cf. Ex 7,8-12). A partir da terceira praga os próprios magos passam a reconhecer a força de Yahweh e a partir da quarta praga nem procuram mais concorrer com Moisés e Aarão. Quando o texto bíblico menciona que é Yahweh quem endurece o coração do faraó, o objetivo teológico é mostrar que é Yahweh quem conduz a história (Ex 7,3; 9,12.35; 10,20.27; 11,10), que Deus tira o bem do mal, e que quanto mais o faraó se mostra com o coração endurecido, maior será a vitória de Yahweh. A morte dos primogênitos quer ensinar que na nova organização não pode haver continuidade do sistema hierárquico e de exclusão, que o poder não pode mais ser centralizado e autoritário, mas que supõe participação de todos/as (GASS, 2005).

A Páscoa

Leia agora Ex 12,1-28 e 12,37–13,16 que narra a Páscoa celebrada no Egito. A festa da Páscoa era um ritual praticado por pastores/as para preservar suas famílias e seus rebanhos dos males, doenças, mortes, que espíritos maus pudessem trazer. O ritual consistia em matar um cordeiro e passar o sangue do animal na entrada das tendas e dos currais.

A festa dos pães ázimos (sem fermento) era uma festa dos/as agricultores/as, celebrada na colheita, e tinha por objetivo não misturar o produto da colheita anterior com o da nova, o que podia ocorrer se fosse utilizado fermento, visto que o mesmo era feito e conservado com parte da massa feita da colheita anterior. Após a saída do Egito, a festa ganha novo sentido para os/as agricultores/as e os/as pastores/as, tornando-se memória da libertação que deu origem a um novo povo e a um novo sistema.

O sangue do cordeiro simboliza a proteção contra os males causados pelo sistema opressor. Come-se o cordeiro de pé e às pressas indicando a partida da terra da opressão. Come-se pães sem fermento para não esquecer que o acúmulo entre as colheitas é para a festa apenas. A Páscoa e Pães Ázimos são celebrações da libertação, da passagem, da partida. É memória do fato fundante = a saída do Egito.

Assim, para os camponeses cananeus e camponesas cananeias, a festa da colheita significava a passagem do cereal velho para o novo. Para os pastores e as pastoras seminômades, a festa da Páscoa significava a passagem de um acampamento velho para um novo. Já para os hebreus e as hebreias, a passagem da escravidão para a liberdade são experiências que se juntam na formação das tribos nas montanhas de Canaã (GASS, 2005).

Posfácio

Até aqui, vimos a presença de Yahweh como libertador. Sua manifestação a Moisés e os acontecimentos precedentes à saída do povo Hebreu do Egito. Em textos posteriores, iremos transcorrer em nossos modestos estudos até a conclusão dos temas relacionados ao Êxodo. Vamos embarcar nessa aventura?

BIBLIOGRAFIA:

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BARRETO, Hermes. Os nomes de Deus. Geração Masters Editora, 2009.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. Nova Edição revista e ampliada. São Paulo: Paulus, 2013.

BOURBON, Fábio. Egito, Ontem e Hoje – Litografias de David Roberts. Folio Editora, 2000.

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CIC. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Ed. Loyola. 1999.

FEINER, Johannes & LOEHRER, Magnus. Mysterium Salutis – Compêndio de Dogmática Histórico-Salvífica II/3. Petrópolis: Vozes, 1974.

GASS, Ildo Bohn (Org.). Formação do Povo de Israel. 7 ed. São Leopoldo: CEBI; São Paulo: Paulus, 2005. [Coleção Uma Introdução à Bíblia, Volume 2]

HAHN, Scott & MITCH, Curtis. O livro do Gênesis: Caderno de estudo Bíblico. Campinas: Ecclesiae, 2015.

KIBUUKA, B. A Torá Comentada. São Paulo: Fonte Editorial, 2020.

MCKENZIE, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo: Paulus, 1984.

SCHÖKEL, Luís Afonso. Dicionário Bíblico Hebraico-Português. São Paulo: Paulus, 2008.

SCHÖKEL, Luís Afonso (org). Bíblia do Peregrino. São Paulo: Paulus, 1997.

TEB: Tradução Ecumênica BíblicaNova Edição Revista e Atualizada. São Paulo: Edições Loyola, 2020.

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